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Fev 09

 Acordei descansadamente perto das 08:00, tomei um banho, me arrumei para o desajuno, pão, manteiga, geleia, suco e café e como sempre fui um dos primeiros a ficar pronto. Tomei o café do hostal e fiquei no sol curtindo a paisagem do Lago Titicaca lá de cima do morro e pensando na minha mão... O que tinha passado, o tombo, a clínica e os desafios da trilha que estavam por vir,  jogando conversa fora e pensando na vida, esperando os outros que iriam até a Catedral de Copacabana... Nessa Catedral é comemorada a Páscoa e acontece uma grande Missa onde estão presentes muitos peregrinos da Bolívia toda.

 

Almoçamos uma pizza Mussarela, porque era barata e rápida. Entramos no ônibus cheio de outros turistas rumo à Puno no Peru essa viagem foi uma das mais sem graça, sem nenhuma atração ou movimento, aproveitamos para descansar mais. As únicas coisas que aconteceram foi a passagem na fronteira, onde se desce do ônibus e se preenche o bilhete da imigração. Eu muito atrapalhado tive que fazer isso duas vezes, errei na primeira vez com meus dois sobrenomes e fui pro final da fila escrever tudo de novo... Atravessamos à pé a tal da fronteira e tivemos um tempo para comprar alguma coisa das loginhas ou até mesmo fazer câmbio e comprar os dinheiros peruanos. Chegando em Puno é necessário trocar de ônibus, dessa vez existe uma rodoviária parecida com as nossas e o ônibus é bem mais novo. Até Puno o nosso ônibus estava com meia lotação e a maioria de turistas, mas aqui isso se inverte. O ônibus lota e entram muitos peruanos rumo à Cuzco, todos índios com seus tecidos coloridos e mercadorias. Durante o trajeto, à cada parada, o bus é invadido por ambulantes dos mais váriados, desde 1,99 até comidas exóticas. O prato principal foi a senhora que entrou com um pacote e abriu e começou a vender pedaços de carne de alpaca cortados na hora e dentro do ônibus. Era muito bizarro ela com seu cutelo cortando os nacos de carne, colocando papas e distribuindo a refeição ônibus à fora...

 

Chegamos em Cuzco já de noite, cansados de ficar no bus, pois a viagem durou cerca de 7 horas, acertamos um taxi, que já assediavam os turistas de fora da rodoviária pela grade, e fui comprar meus remédios, um antibiótico e um anti-inflámatorio. Encontrei só o antibiótico, mas comprei, tive ajuda de uma enfermeira que passava pela farmácia. O curioso é que nessas bandas vende se remédio avulso, queres quantos comprimidos? Fomos para o Hostal, mais 30 minutos de taxi percorrendo ruas estranhas sem uma identidade, onde estamos mesmo? Chegando no Hostal, que parece bem simpático, fora o fato estranho de que é solicitado uma cópia do passaporte, o que nos recusamos a fazer, deixamos as malas, um banho e saímos para conhecer a Plaza d' Armas, essa praça é uma atração a parte, pois era ali que estavam as casas do 12 Incas, reis do império e que foram destruídas para a construção de igrejas e prédios do governo colonial. Comemos no Antonio's, eu uma mileza de pollo, frango à milanesa com papas e salada de tomate e alface. Bebi limonada (lemonada foi ótimo), umas duas jarras.  Para o outro dia já marcamos um city tour... Conheceremos Pisac, Olaitaitambo e o vale sagrado dos Incas.

publicado por gabrielbosak às 12:37

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